Caído em desgraça, Antonio Palocci ficou na muda, quietinho, e aos poucos foi voltando. Acusações de corrupção em suas gestões na Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) foram caindo na Justiça, Lula nunca deixou de manter contatos com ele ao longo de sua Presidência e ele acabou se tornando o principal articulador da campanha eleitoral da hoje presidente Dilma.
Por causa disso, voltou espetacularmente à cena como o ministro mais poderoso do novo governo — até desabar de novo, em junho do ano passado, quando vieram à tona conflitos de interesse resultantes de sua atividade de consultor.
Agora, Palocci põe cautelosamente o pescoço para fora, de novo. Vai “ajudar”, de maneira “informal”, no esquema de arrecadação de fundos do candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad. Não se sabe — e ele nada diz a respeito — se é uma nova tentativa de voltar ao primeiro plano da política.
Tags: campanha, corrupção, fundos, haddad, pallocci, retorno
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